terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eu queria...


Eu queria escrever sobre o vento,
E como ele balança seus cabelos.
Eu queria escrever sobre o sol,
E como ele deixa sua pele de um vermelho dourado.
Eu queria escrever sobre a água,
E como ela brinca no seu corpo.
Eu queria escrever sobre sua voz,
E como ela aciona meus instintos.
Eu queria escrever sobre seus olhos,
E como a luz brinca com a cor deles.
Eu queria escrever sobre a sua boca,
E como ela convida a minha a prová-la.
Eu queria escrever sobre o meu corpo,
E como ele responde a sua presença.
 Eu queria escrever sobre o coração,
E como ele dispara com seus gestos sutis.
Mas só o que eu realmente posso escrever,
É o quanto meu juízo se afeta com o fato de você existir.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O resto é mar...

Tam dias em que eu me lembro que quando a coisa etsava muito feia em Jeri, eu corria para o mar, as vezes só observava, e as vezes me jogava dentro daquela imensidão, e o que eu sempre pensava é "o resto é mar", foi uma frase que fez parte da minha vida. Parece que saber que o mar é tão grande, deixava meus probelmas pequenininhos.

E eu tinha a Bárbara, sempre ali, a me ouvir, nem sempre para falar o que eu gostaria de escutar, mas ela sempre me ouvia, claro que não posso dizer que tudo foram flores, mas eu sinto falta de ter alguém há quem eu possa contar tudo que estou sentindo

Eu fui tentar adaptar minha experiência para o meu equivalente a imensidão do mar aqui, a Paulista, fui lá, caminhei, entrei nos lugares que me eram tão comuns, e só me senti diminuída, de uma maneira muito desagradável, pequena diante de tudo, insuficiente, enquanto o mar parece diminuir os problemas, a cidade diminui você. Pode ser drama, pode ser só um momento, mas é o que sinto...

"I don't know what to do" disse a música que estou ouvindo enquanto escrevo isso. É como me sinto, estou caminhando na direção de algo que nem sei o que é, sem vontade de encontrar nada. Eu estou numa daquelas fases de transição, desencontrada da Talitta que fui antes de me mudar, e da Talitta que me tornei, eu não sei que Talitta ser agora...eu estou sozinha completamente perdida no meio da minha bagunça...

T.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Gosto, não gosto!

Eu gosto de festas juninas e de dança do ventre.
Não gosto de fígado e de pessoas que falam pegando.
Eu gosto de música e que me dêem atenção.
Não gosto de mentiras e livros de bolso.
Eu gosto de séries e sorvete de paçoca.
Não gosto de beterraba e música sertanea.
Eu gosto de filmes da maior parte dos gêneros e guacamole.
Não gosto de pimenta(na verdade sou alérgica) e de viajar de ônibus.
Eu gosto da Casa das Rosas e de Almodovar.
Não gosto de catchup e malhar.
Gosto de carinho e de carinhos diferenciados,rs
Não gosto de sujeira e picles!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

E então finalmente comecei as aulas de volante na auto escola.
Minha primeira impressão foi de que nunca conseguiria compreender os mistérios da direção.
Hoje foi meu terceiro dia, não que eu tenha desvendado todos os mistérios, mas estou começando a pegar o jeito.
Essa loucura de gente que não respeita carros de auto escola, gente que super tem paciência e espera, pedestre que vê um carro de auto escola e sai correndo, pedestre que fica lá no meio da via, muitas emoções!!!rs

Tem também os animais, gatos, cachorros, pássaros...Hoje eu encontrei uma série deles. Estava eu numa rua super estreita, com carros estacionados dos dois lados, pessoas, um gato passando perto do carro, quando avisto um grupo de ratos com asas, e eles não saem do caminho, quando vejo estou passando, e eles continuam lá, passei com o carro, ouvi algo batendo no assoalho e as penas voando atrás, não estou certa se ele morreu, ou se apenas se machucou, mas o fato é que hoje foi "O dia em que eu atropelei um pombo!".rs

Os ambientalistas defensores dos animais que me desculpem, mas nem remorso tive, um rato com asas a menos no mundo!!!

XOXO,
T.

domingo, 8 de maio de 2011

Eu ando muito aventureira, super na onda de fazer coisas que nunca fiz antes, experimentar, viver mais!
Por isso vou escrever essa série de postagens sobre essas aventuras, vou começar com a mais atual, O Carro, que eu sinto que me trará mais histórias engraçadas...rs


Enfim, meu pai me levou para aprender o básico do carro. Minha lição 1 era sair do lugar - em uma subida, claro que não deu certo, ander 5 cm, hahaha e o carro morreu umas 3 vezes...são muitas informações para minha cabeça.
Mudamos de lugar, uma reta, mas tinham outros carros,pessoas, até fui bem no começo, cruzei uma rua, ai fiz uma curva, e fui fazendo para sempre, quase bati em um carro ¬¬, tenso.
Lição 3, mais uma reta, para não ficar traumatizada, fui, fui, chegou na lombada desesperei, o carro morreu, mas até que estacionei bem, rsrsrsrs. Fim das lições, adrenalina a mil, sobrevivi ao dia #1.

XOXO,

T.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Prática.

Na vida tudo é uma questão de prática, experiência adquirida.
Mas engraçado mesmo é quando a experiência fica guardada mofando e a prática enferruja.
O que antes era fácil e casual se torna uma tarefa árdua que dificilmente dá certo. Fica até difícl de acreditar que antes você era capaz de conseguir.
Mas enfim, uma hora ela tem que voltar...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Escrever


As vezes me dá essa compulsoão por escrever.
Essa vontade de botar tudo para fora sem obter nenhuma resposta.
Contar tudo para o mundo sem querer saber o que ele tem a me dizer.
Porque tem momentos em que nenhuma resposta será boa.
Nenhuma solução resolverá os problemas.
Nenhuma palavra vinda de ninguém mudará o sentimento.
Nada preencherá o vazio.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Gosto é Gosto!


Sinto que o que tem faltado é compreensão, aceitação...
Eu não preciso pensar igual à outra pessoa para aceitar como ela é...
Tenho grandes amigos com opções sexuais, de alimentação, gosto musical, para filmes e ideologias que não são iguais as minhas...
Mas não consigo me relacionar com pessoas 'xiitas' que pensam que sua verdade é única e absoluta, afinal é duvidando da verdade que nos impõem que descobrimos novas respostas e soluções. Se o mundo se baseasse em uma única verdade, ainda estaríamos nas cavernas.

Nostalgias...


"Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.

Nostalgia é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida.

O interessante sobre a nostalgia é que ela aumenta ao entrar em contato com sua causa e não diminui como o sentimento da saudade."


Tenho sentido falta de tudo aquilo que eu já fui, de todas as companias que já tive, da impressão que tenho de que era feliz naquelas épocas. Sinto uma falta especias das pessoas que me acompanharam nesses momentos.

A Mônica, com quem eu passei a minha pré-adolescencia. De quando nos vestiamos igual, de quando gravávamos fitas para ouvir em nossos 'walkmans', quanto procurávamos pedras para a coleção, das confissóes, das dancinhas, das brigas, das nossas aventuras culinárias. Chegou um momento em que nos perdemos, eu não sei bem dizer quando foi, mas fizemos planos diferentes, e acabamos por nos afastar, mas o amor sempre foi o mesmo. Mas a vida resolveu nos separar para sempre, ou até que a minha vida termine também e s ejunte a dela.

Teve também aquela fase, em que eu e a Graziella passavamos horas conversando, estudando, planejando, nos faziamos bem. Mas tem gente que simplesmente não consegue manter dois relacionamentos, ela virou a página e eu não estava mais na mesma história.

Teve também aquele grupinho de meninas na escola fazer tudo junto, essas coisas bobas e felizes de adolescentes, mas minha nerdice me separou delas, meu novo eu universitário aumentou a distância, e hoje mal nos falamos pela internet, quem dirá pessoalmente.

A faculdade me levou a conhecer pessoas maravilhosas, mas é complicado manter tudo quando ela termina, mudamos de empregos, de cidade, nosso ânimo muda. Não dá mais para sair da aula e ir tomar um chopp, combinar baladas todos os finais de semana, fazer aquelas viagens obrigatórias que eram na verdade a obrigação mais divertida que tínhamos.

Tem também aquelas amigas que acham que tdo está bem, que o que elas te oferecem é o suficiente - e de fato deveria ser - mas tem horas que preciso de mais, mais do q telefonemas para trocar novidades, mais do que dar nitícias a cada mês, mais do que uma 'comemoração' de aniversário, mais do que ouvir os prolemas e dar conselhos quando os meus problemas estão acabando comigo, mais do que sms nos dias em que estou sem chão.


No final das contas, eu sinto falta de como eu era, quando tinha coisas que não tenho mais, olhando daqui, deste ponto de minha vida, tenho a impressão que era só disso que eu precisava, coisas que eu já tive, mas que não posso mais voltar a ter. Nostalgia dói mais do que saudade.


quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Com toda essa globalização, com todos esses meios de comunicação, nossas conversas são em maior parte realizadas virtualmene, telefone, sms, twittadas, scraps, janelas de MSN. Parte da vida acaba acontecendo virtualmente.

E são nessas janelas que mora o perigo, com o distanciamento que proporcionam, algumas pessoas se vestem de personagens, e se lembram apenas dos direitos, e não dos deveres. Tratam os outros, sem pensar muito nos danos que podem causar, pensam que estão interagindo apenas com um monitor e alguns botões.

As regras desse mundo não são claras, não existem leis para o que é virtual, mas bom senso, esse deve existir em qualquer lugar onde tenha uma alma humana.

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